Livro [#37 de 2015] Outlander – Livro II – A libélula no âmbar – Diana Gabaldon

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Ontem eu terminei de ler o segundo livro da série Outlander, de Diana Gabaldon. É um volume de 935 páginas – o que justifica minha ausência por tanto tempo.

Como não comentei o livro I da série aqui no blog, vou fazer uma pequena recapitulação para falar da leitura atual.

*Se você tem medo de spoiler ~como eu ~fuja para as colinas! Agora!

Eu avisei, se ainda está aqui é por sua conta e risco 😉

Eu nunca tinha sequer ouvido falar da série Outlander, até que pedindo sugestões de livros na minha página no facebook, recebei a indicação de uma leitora (mais uma vez, valeu, Bárbara!).

Pois bem, o livro I – A viajante do tempo – conta a história de Claire Randall, uma enfermeira inglesa que no período pós-segunda guerra viaja com o marido para a região de Inverness, na Escócia, a fim de resgatarem o relacionamento depois de anos afastados em razão da guerra.

Eles escolhem Inverness porque o marido de Claire, Frank Randall é um historiador com interesse na região por conta de seus antepassados.

Ocorre que lá ~ algo acontece ~ e Claire se dá conta de que voltou no tempo! Coisa pouca… uns duzentos anos, só! E aí o livro um narra as aventuras dela nas Terras Altas, notadamente sua luta para se manter viva e o surgimento do amor por James Fraser.

No final do primeiro livro, depois de os dois – Claire e Jamie – quase morrerem umas 245 vezes eles estão grávidos e de partida para a França.

E então chegamos ao segundo livro, que é o foco deste post. A narrativa começa em terceira pessoa, em 1968, na região de Inverness, e percebemos, em pouco tempo que Claire voltou para o futuro e que sua filha já tem 20 anos, e nada de Jamie 😦 – ou de Frank (não que alguém se importe).

Partindo do futuro, Claire explica para a filha, Brianna – e para nós – que sua história não foi muito bem como ela (a filha) pensava, e que seu pai não era seu pai, pelo menos, não o pai biológico.

Essa parte inicial do livro que se passa em 1968 é um pouco chata, porque você está desesperado para saber o que aconteceu com Jamie e como e em que circunstâncias Claire voltou (para o futuro – Mcfly?) que dá vontade de ler rápido para chegar logo na parte importante. Depois que a ansiedade passa você vê que o início era importante, embora não fosse empolgante.

Enfim, Claire volta a narrar suas aventuras e, devo admitir, a leitura não flui tão rapidamente como a do primeiro livro. Acho que porque o casal principal já está junto e, embora existam alguns atritos entre eles, a urgência da história está justamente em saber como ela voltou para o futuro (sem Jamie!!).

E isso só vai ser explicado no final do livro. Não sem algumas pegadinhas 😉

Bom, aí tem várias cenas de batalhas e a gente conhece mais a respeito dos antepassados de Jamie e, em alguns momentos, a leitura é cansativa. Ela explora bastante algumas questões médicas, de higiene e as batalhas… talvez seja por se tratar de um romance histórico (alou? queria o quê?), mas às vezes acho exagerado.Perdoável, de qualquer forma 🙂

Aqui eu tenho que fazer um comentário sobre histórias de viagens no tempo.

Eu adoro histórias de viagem no tempo! Acho sensacionais (as bem feitas, lógico). Tanto que um dos meus filmes favoritos é De volta para o futuro (adoro a trilogia, mas o primeiro filme é simplesmente fantástico). Então, até agora, pelo menos, a autora conseguiu encaixar tudo com esse vai e vem no tempo. Tem algumas coisas soltas, mas pelo desenrolar da história (e considerando que ainda faltam sei lá quantos livros para o final) tenho a impressão de que vai ficar tudo bem encaixado.

Recomendo a leitura! Ganhei os dois volumes que compõem o livro três, então devo falar mais de Outlander por aqui em breve.

Só uma ressalva. Pelo que pesquisei, a série foi publicada no Brasil pela Rocco e agora está sendo relançada pela Editora Saída de Emergência, que até o momento só publicou estes quatro livros. Oremos para que eles publiquem a série inteira e não demorem tanto, né? Não vou suportar uma coleção Frankenstein, com livros de coleções diferentes (simplesmente não dá pra mim, é #maisfortedoqueeu #aloka).

Peguei um livro curtinho para ler agora, e pretendo voltar à rotina de um livro lido por semana: À procura de Audrey – de Sophie Kinsella. Vocês gostam??

Outlander – A libélula no âmbar (Dragonfly in amber)

Diana Gabaldon

Editora Saída de Emergência

1ª Edição – 2014

935 páginas

⭐️⭐️⭐️⭐️

FD

ps. não sei porque inventei de dar as estrelinhas, sempre comparo um livro quatro estrelas com outro a que eu dei também quatro estrelas. Sempre gosto mais de um deles. Mas são coisas distintas dar notas comparando e dar notas pensando no livro em si. Então vão quatro estrelas para A libélula no âmbar 😀

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